
Saibas do inevitável,
Do excesso de cigarros,
E qualquer coisa como um leve tremor,
Que, esperas,
Não transparecerás em suas palavras,
Mas dirás assim,
Como você sabe,
A gente, as pessoas têm,
Temos, essas coisas, as emoções,
Mas te deténs, infelizmente?
Talvez perguntasse por que infelizmente?
Então, dirias rápido,
Qualquer coisa, como seria tão bom,
Se pudéssemos provar desse imenso amor,
Para não te desviares demasiado do que estabelece,
Há os níveis não formulados,
Expectativas que quase nunca se cumprem,
E, sobretudo, como dizias, emoções,
Que nem se mostram,
Por tudo isso, infelizmente,
E repetiria, insistiria completamente desesperada,
Talvez dirás, então, descontrolada,
Porque meu silêncio já não é uma omissão,
Mas uma mentira,
Que talvez precisasse fazer alguma coisa,
Mas talvez não faças nada,
Talvez você acenda mais um cigarro,
E com a seca boca cerrada de nenhum sorriso,
Talvez desista desse amor,
Mas neste silêncio,
Talvez seu coração bata com força,
Sem que ninguém escute,
E por um momento talvez imagines,
Que poderias simplesmente tocá-lo,
Como se assim conseguisse produzir,
Uma espécie qualquer de encantamento,
Enquanto dentro de ti, descobrirás,
Que me faço quase tangível,
E novamente encherás o cálice,
Com um pouco mais de vinho,
Para que o líquido,
Descendo por tua garganta trêmula,
A leve ao encontro do que sentes,
Precariamente, transformado em palavras,
Que agora pressinto o nada,
Que tu mesmo pregarias, suicida,
Através de silêncios mal tecidos,
E palavras inábeis,
Te feres, exigindo, enxugar a dor,
Mas completamente independente,
De tua vontade, não é fácil fingir,
Que nunca houve emoção,
Que não desejei tocá-la,
E que aqui ainda não lateje,
Desejarias que depositasse o cálice,
Apagasse o cigarro e que estendesse as duas mãos,
Em direção ao rosto que se quer te olha,
Desejarias desvendar palmo a palmo esse corpo,
Que há tanto tempo supõe,
Subliterário e impudico,
E desejar assim, como todos os lugares-comuns,
Do desejo, a esse outro tão íntimo,
Que às vezes julgo desnecessário dizer alguma coisa,
Muito mais sobre o amor,
Ou qualquer forma tortuosa da paixão,
Porque nada sabe de seu poder,
E nesse exato momento poderias escolher,
Entre torná-la ciente de que dependes disso,
Para que te ilumines ou que escureça assim,
Intensamente.
Do excesso de cigarros,
E qualquer coisa como um leve tremor,
Que, esperas,
Não transparecerás em suas palavras,
Mas dirás assim,
Como você sabe,
A gente, as pessoas têm,
Temos, essas coisas, as emoções,
Mas te deténs, infelizmente?
Talvez perguntasse por que infelizmente?
Então, dirias rápido,
Qualquer coisa, como seria tão bom,
Se pudéssemos provar desse imenso amor,
Para não te desviares demasiado do que estabelece,
Há os níveis não formulados,
Expectativas que quase nunca se cumprem,
E, sobretudo, como dizias, emoções,
Que nem se mostram,
Por tudo isso, infelizmente,
E repetiria, insistiria completamente desesperada,
Talvez dirás, então, descontrolada,
Porque meu silêncio já não é uma omissão,
Mas uma mentira,
Que talvez precisasse fazer alguma coisa,
Mas talvez não faças nada,
Talvez você acenda mais um cigarro,
E com a seca boca cerrada de nenhum sorriso,
Talvez desista desse amor,
Mas neste silêncio,
Talvez seu coração bata com força,
Sem que ninguém escute,
E por um momento talvez imagines,
Que poderias simplesmente tocá-lo,
Como se assim conseguisse produzir,
Uma espécie qualquer de encantamento,
Enquanto dentro de ti, descobrirás,
Que me faço quase tangível,
E novamente encherás o cálice,
Com um pouco mais de vinho,
Para que o líquido,
Descendo por tua garganta trêmula,
A leve ao encontro do que sentes,
Precariamente, transformado em palavras,
Que agora pressinto o nada,
Que tu mesmo pregarias, suicida,
Através de silêncios mal tecidos,
E palavras inábeis,
Te feres, exigindo, enxugar a dor,
Mas completamente independente,
De tua vontade, não é fácil fingir,
Que nunca houve emoção,
Que não desejei tocá-la,
E que aqui ainda não lateje,
Desejarias que depositasse o cálice,
Apagasse o cigarro e que estendesse as duas mãos,
Em direção ao rosto que se quer te olha,
Desejarias desvendar palmo a palmo esse corpo,
Que há tanto tempo supõe,
Subliterário e impudico,
E desejar assim, como todos os lugares-comuns,
Do desejo, a esse outro tão íntimo,
Que às vezes julgo desnecessário dizer alguma coisa,
Muito mais sobre o amor,
Ou qualquer forma tortuosa da paixão,
Porque nada sabe de seu poder,
E nesse exato momento poderias escolher,
Entre torná-la ciente de que dependes disso,
Para que te ilumines ou que escureça assim,
Intensamente.

=)
ResponderExcluirVocê entende.
Acho que não preciso de mais palavras.