quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Num impulso de vontade
Acordei num dia vazio.
Meus sentidos já não me pertenciam
Estava cega, já não podia mais te ver,
Minha voz já não existia,
Estava muda, minha boca fora controlada,
O cheiro que eu sentia, já não era o que eu queria,
Minhas pernas, já não me obedeciam,
Estava viva, meu coração batia em um compasso angustiado,
Como se fosse à única coisa que ainda resistia.
Meus ouvidos, já não reconheciam nenhum acorde da música a te tocar,
Meus sentimentos, já não mais existiam.
Lá fora o sol brilhava, mas não mais me aquecia,
Foi então, quando fiz silenciar todos os gritos de hipocrisia,
De uma sociedade destrutiva que tentava me tomar.
Meus sentidos já não me pertenciam
Estava cega, já não podia mais te ver,
Minha voz já não existia,
Estava muda, minha boca fora controlada,
O cheiro que eu sentia, já não era o que eu queria,
Minhas pernas, já não me obedeciam,
Estava viva, meu coração batia em um compasso angustiado,
Como se fosse à única coisa que ainda resistia.
Meus ouvidos, já não reconheciam nenhum acorde da música a te tocar,
Meus sentimentos, já não mais existiam.
Lá fora o sol brilhava, mas não mais me aquecia,
Foi então, quando fiz silenciar todos os gritos de hipocrisia,
De uma sociedade destrutiva que tentava me tomar.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Resquícios
Dei-me um pouco da magia dos luares,
Que nas noites sem mares, vigia o seu lar.
Traga-me um pouco de lembrança,
De quando era criança, pro teu rosto me lembrar.
Dei-me um pouco das conversas sem pressa,
Que depressa, foram embora sem contar.
As vezes não sei e pergunto-te onde se escondeu,
O momento em que fui eu.
Já não sei o sentido de ser estar,
Mas parei nas águas que me trouxeram pro seu mar.
Eu não sei onde foram parar todos os sonhos do passado,
Que encantados se perderam sem realizar.
Já não sei em que caminhos andavamos de mãos dadas,
Pelas ruas de madrugada.
De cada dúvida minha, nasce uma sombra imensa,
Nos teus olhos que as pensa.
De cada poesia irrespondida,
Tento lembra da cor que tinha, cada frase perdida.
Já não sou aquela menina,
Que sua antiga sabedoria ensina.
Traga-me um pouco do aroma sentido,
Enquando te digo, saudade do amor esquecido.
Traga-me um pouco de lembrança,
De quando era criança, pro teu rosto me lembrar.
Dei-me um pouco das conversas sem pressa,
Que depressa, foram embora sem contar.
As vezes não sei e pergunto-te onde se escondeu,
O momento em que fui eu.
Já não sei o sentido de ser estar,
Mas parei nas águas que me trouxeram pro seu mar.
Eu não sei onde foram parar todos os sonhos do passado,
Que encantados se perderam sem realizar.
Já não sei em que caminhos andavamos de mãos dadas,
Pelas ruas de madrugada.
De cada dúvida minha, nasce uma sombra imensa,
Nos teus olhos que as pensa.
De cada poesia irrespondida,
Tento lembra da cor que tinha, cada frase perdida.
Já não sou aquela menina,
Que sua antiga sabedoria ensina.
Traga-me um pouco do aroma sentido,
Enquando te digo, saudade do amor esquecido.
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