Desculpe meu caro, mas pensava viver sem a sutil embriagues,
Sem me importar com a beleza das cores,
Sem ter pena das dores;
Desculpe meu caro, mas não dá mais pra controlar,
Vou dar uma volta nessa noite que é pra não desacreditar,
Dentre ruas desertas onde a lua se põe a iluminar;
Desculpe meu caro, mas não quero sua companhia,
Quero chegar ao nascer do dia,
Sentir o silêncio escuro que corre na rua vazia;
E assim por diante meu caro, quero nunca mais o verbo que não se completa,
A palavra não dita, o desejo não curtido,
O gesto parado no ar, dissolvido antes do afago.
Sem me importar com a beleza das cores,
Sem ter pena das dores;
Desculpe meu caro, mas não dá mais pra controlar,
Vou dar uma volta nessa noite que é pra não desacreditar,
Dentre ruas desertas onde a lua se põe a iluminar;
Desculpe meu caro, mas não quero sua companhia,
Quero chegar ao nascer do dia,
Sentir o silêncio escuro que corre na rua vazia;
E assim por diante meu caro, quero nunca mais o verbo que não se completa,
A palavra não dita, o desejo não curtido,
O gesto parado no ar, dissolvido antes do afago.

Bela escrita !
ResponderExcluirCostumo observar páginas e idéias.
Se puder vá até o Verde Vida.
Felicidades em sua jornada.
Belo texto! Gostei muito!
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