Abraçava os joelhos pensando que a maioria de mim não queria continuar,
E pedia, intensamente, que o dia começasse assim, já com pressa de passar...
Em dezessete primaveras... eu nunca quis tanto que alguns dias pingados simplesmente escorresse pelo ralo, pra que eu não tivesse que degustá-los.
Agora vejo a vida sendo desenhada em linhas desfocadas,
Desejando apenas encontrar a felicidade em uma esquina qualquer.
Quantos invernos passaram, quanta solidão.
Tento então, sublinhar minhas urgências e ignorar o que não se encaixa,
Mas se......
Existem sensações em mim...
Murmúrios próprios, instantâneas incertezas,
Passei a manhã toda assim, tentando justificar minhas escolhas e achar fundamentos pra elas... me revirando por dentro até encontrar uma razão maior.
Um grito secreto, um silêncio misterioso que ninguém tira de cada alma que existe em mim, de cada dia pequeno de vida.
Esses dias medíocres que se repetem por covardia, por covardia...
Parar por um instante e relembrar o quanto fantasiei e derramei sonhos...
Agora começo a seguir suas migalhas de pão sem fermento, seu rastro com tortas alegrias.
Tentando ficar contente com os tons diversificados no valor sem medida da experiência pessoal.
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